Amo o que é meu e me irrito ainda comigo quando espero mais que mereço. Já não tenho mais a necessidade de andar por aí sozinha e já não quero mais por perto que me quer pouco. Amo os velhos que me sorriem a qualquer tempo, e os passeios em silêncio dos que de longe vieram. Não sinto mais saudade de tudo que achava que tinha e odeio o fingimento. Gosto do dia a dia. Saudade palavra estranha e única, quase um "Eu te amo" em sentido, tão pouco sentida e muito citada. Essa é a moda que eu já não gosto e que já não me permito sentir. Salvador me traz sentimentos estranhos, o tédio. Eu fiquei longe o tempo suficiente pra entender tudo. Acabou a saudade! Acabou as férias, e eu estou de volta a vida normal.