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Mostrando postagens de agosto, 2009

É meu

Amo o que é meu e me irrito ainda comigo quando espero mais que mereço. Já não tenho mais a necessidade de andar por aí sozinha e já não quero mais por perto que me quer pouco. Amo os velhos que me sorriem a qualquer tempo, e os passeios em silêncio dos que de longe vieram. Não sinto mais saudade de tudo que achava que tinha e odeio o fingimento. Gosto do dia a dia. Saudade palavra estranha e única, quase um "Eu te amo" em sentido, tão pouco sentida e muito citada. Essa é a moda que eu já não gosto e que já não me permito sentir. Salvador me traz sentimentos estranhos, o tédio. Eu fiquei longe o tempo suficiente pra entender tudo. Acabou a saudade! Acabou as férias, e eu estou de volta a vida normal.

adoro Histórias

o bom de conversar com as pessoas é que você sempre acaba ouvindo boas histórias, e eu vou tentar contar a história de Seu Miguel, o taxista que nos levou pro aeroporto. Seu Miguel era um senhor de aproximadamente 70 anos e tinha muita paciência com um casal confuso e cheio de malas pesadas, diga-se de passagem, eu sou o lado desconfiado e super o confiante, acho que a vida meio que me calejou, porém, sempre, alguém nos aparece pra mostrar que não vale a pena julgar pela fama. Os taxistas têm a fama de dar voltas, os cariocas então, medo deles, apesar de sempre ter tido muita sorte com taxistas no dia a dia, sim eu consumo bastante esse meio de transporte, toda vez que eu vou pro aeroporto eu acho que vou tomar a volta rsrs. Ao entrar no carro fui logo dizendo: estamos atrasados (ótima tática pra impedir uma possível volta, uso-a sempre), aí Super que não me deixa enrolar as pessoas vira pra mim e fala: Mas Super, vamos dizer o horário que precisamos estar lá que ai ele não precisa se ...