Um dia me perguntaram o que seria o amor, e me pediram uma explicação lógica pra este sentimento tão completo e tão confuso. Me peguei analisando textos, consultando dicionários, lendo os mais variados relatos sobre esse fenômeno químico que muda tudo a nossa volta. Questionei se poderia falar do amor fraternal, ou do amor materno, ou do amor carnal, apenas responderam fale sobre amor e em duas laudas, pra que não se estenda e não canse os leitores. Abri o “Word” e tentei pensar como eu me sinto por amar, já que faço questão de dizer a todos “que sou amor da cabeça aos pés”. Olhei a minha volta e vi que todos ao meu lado são doces, mesmo os mais complicados. Percebi que o dia, mesmo nublado, tem uma beleza ímpar.
Decidi contar uma história sobre meus sonhos e meus encontros com o mago que me guia. Um dia em uma de suas passagens por meus sonhos ele me disse que um sentimento tão grande seria capaz de mudar toda uma humanidade, aquela conversa me fez lembrar um senhor peregrino, que fez de todos os seus atos uma expressão do amor, ele dizia: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”, Jesus, o Cristo, e todos os seus atos por desconhecidos, espalhando essa energia por todos os lados, ele apenas respondia eu sou o filho do Criador. Lembrei também que outros, não tão populares, fizeram coisas grandiosas, justificando seus atos com a palavra mágica, passaria tardes inteiras escrevendo nomes como Buda, Gahndi, Betinho, Irmã Dulce ... até os mais polêmicos, Joana D´Arc, Che Guevara ... e os que destruíram também, justificando ser amor o que lhes impulsionaravam, Hitler, Bush, Lula ... porque este sentimento é confuso como eu disse há algumas linhas acima.
Ai, o amor! Tão simples pra uma criança que desconhece esta palavra mas sabe que ama, tão complicado pros adolescentes que os confunde com ódio, tão terno pra um irmão, tão puro pra uma mãe.
A maior de todas as invenções, escrito em todas as linhas, desenhado em todos os quadros, cantado com todas as vozes. Sentimento este que mobiliza um mundo inteiro, que pára, que faz seguir.
Eu me perco ao descrever tal sentimento, por sua complexidade, por seus efeitos colaterais.
Eu lembro quando percebi a primeira forma de amor incondicional que me deparei nesta vida, ela era linda e perfeita, cuidava de mim, tinha um brilho intenso no olhar e sorria pra mim como seu eu fosse única no mundo. Com o passar nos dias aprendi seu nome: Mãe. Ela me ensinou a respeitar as pessoas, a não julgá-las, a tratar bem sem olhar a quem. Ela dormia e trabalhava por mim, cantava canções quando eu chorava, brincava mesmo quando estava cansada. Passou-se os anos e ela me deu de presente outra pessoa pra eu amar, eu comecei a ficar viciada neste sentimento, foi quando eu aprendi a dividir, a compartilhar, a brigar, ali eu estava começando a descobrir outros sentimentos que vem junto com o amor, o ódio, a esta pessoa eu chamei: irmã e irmão. E eu cresci, e cada dia que passava eu amava mais pessoas, conheci os amigos, que me deram força, cumplicidade. Veio o namorado, onde descobri que existia outras formas de amar, onde não só o coração batia, o corpo vibrava, e os sentimentos se confundiam ainda mais, percebi que o ser humano é capaz de amar tanto que sempre cabe mais, e cada dia que passa ele precisa de mais amor. Foi justamente nessa época que descobri que só amar não era suficiente, eu também queria ser amada, me questionei em muitos momentos se amar só não bastava, mas o homem, ele precisa de retribuição, mas minha referência de amor era puro, e só o fato de amar já compensaria, e por que eu necessitava de sentir a reciprocidade? Porque amar é bom, e todos precisam deste sentimento.
A vida é baseada nisto, tão completo e tão único, tão perfeito e tão complexo pra nós reles seres imperfeitos e incapazes desta dádiva. Minha única certeza hoje é saber que enquanto ele for o motivo pra todas as ações da humanidade, será na tentativa de acertar que acontecerá todos os erros.
Decidi contar uma história sobre meus sonhos e meus encontros com o mago que me guia. Um dia em uma de suas passagens por meus sonhos ele me disse que um sentimento tão grande seria capaz de mudar toda uma humanidade, aquela conversa me fez lembrar um senhor peregrino, que fez de todos os seus atos uma expressão do amor, ele dizia: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”, Jesus, o Cristo, e todos os seus atos por desconhecidos, espalhando essa energia por todos os lados, ele apenas respondia eu sou o filho do Criador. Lembrei também que outros, não tão populares, fizeram coisas grandiosas, justificando seus atos com a palavra mágica, passaria tardes inteiras escrevendo nomes como Buda, Gahndi, Betinho, Irmã Dulce ... até os mais polêmicos, Joana D´Arc, Che Guevara ... e os que destruíram também, justificando ser amor o que lhes impulsionaravam, Hitler, Bush, Lula ... porque este sentimento é confuso como eu disse há algumas linhas acima.
Ai, o amor! Tão simples pra uma criança que desconhece esta palavra mas sabe que ama, tão complicado pros adolescentes que os confunde com ódio, tão terno pra um irmão, tão puro pra uma mãe.
A maior de todas as invenções, escrito em todas as linhas, desenhado em todos os quadros, cantado com todas as vozes. Sentimento este que mobiliza um mundo inteiro, que pára, que faz seguir.
Eu me perco ao descrever tal sentimento, por sua complexidade, por seus efeitos colaterais.
Eu lembro quando percebi a primeira forma de amor incondicional que me deparei nesta vida, ela era linda e perfeita, cuidava de mim, tinha um brilho intenso no olhar e sorria pra mim como seu eu fosse única no mundo. Com o passar nos dias aprendi seu nome: Mãe. Ela me ensinou a respeitar as pessoas, a não julgá-las, a tratar bem sem olhar a quem. Ela dormia e trabalhava por mim, cantava canções quando eu chorava, brincava mesmo quando estava cansada. Passou-se os anos e ela me deu de presente outra pessoa pra eu amar, eu comecei a ficar viciada neste sentimento, foi quando eu aprendi a dividir, a compartilhar, a brigar, ali eu estava começando a descobrir outros sentimentos que vem junto com o amor, o ódio, a esta pessoa eu chamei: irmã e irmão. E eu cresci, e cada dia que passava eu amava mais pessoas, conheci os amigos, que me deram força, cumplicidade. Veio o namorado, onde descobri que existia outras formas de amar, onde não só o coração batia, o corpo vibrava, e os sentimentos se confundiam ainda mais, percebi que o ser humano é capaz de amar tanto que sempre cabe mais, e cada dia que passa ele precisa de mais amor. Foi justamente nessa época que descobri que só amar não era suficiente, eu também queria ser amada, me questionei em muitos momentos se amar só não bastava, mas o homem, ele precisa de retribuição, mas minha referência de amor era puro, e só o fato de amar já compensaria, e por que eu necessitava de sentir a reciprocidade? Porque amar é bom, e todos precisam deste sentimento.
A vida é baseada nisto, tão completo e tão único, tão perfeito e tão complexo pra nós reles seres imperfeitos e incapazes desta dádiva. Minha única certeza hoje é saber que enquanto ele for o motivo pra todas as ações da humanidade, será na tentativa de acertar que acontecerá todos os erros.
Comentários
Sua Spice Girl do Sertão Arrochada sô!!!!!
Ta lindo d+ isso aqui, o rosa sem o verde!
E cara, "amor, palavra difícil de significar, fácil de expressar e uma delícia de viver"
Boto fé!
Um grande bjoooooo