Tantos nomes, tantas formas de me ver, tantas formas de me dizer. No passado Estrela, pros vizinho Mel, pros amigos Mari, pros de fora Méri (mary), simplismente Má, Naná, Dedê, Menina, amor ... Formas especiais, nomes que só nóis sabemos, segredos, beijos, músicas, e tudo que seja só nosso, e todos os códigos, e todos os afagos, todas as graças que se perdem numa sala cheia de perguntas. Como se chama? Como devo te chamar? O que quer de mim? Por que me olha e não me quer? Por que cantaste pra mim a minha música? Por que não me mandou tomar cuidado com você? Por que não some? POr que? Por que? Eu estava sentada na minha tarde fria e escura, sem companhia, ao som de um eterno blues, aquele que nos embalou na noite que me disseste adeus. Procurando respostas que eu não tenho, e respondendo questões que eu não sei, e ninguém do meu lado pra eu colar, ningúém pra me dar a mão, ninguém pra me dizer pra ir dormir, ninguém pra me acordar, ninguém pra me amar, ninguém pra me odiar, simplesmente só, e se meus amigos todos viessem me visitar o que direi a eles? Não sei quem são vocês, e vocês não sabem quem eu sou. Se a música que toca me nina, me acorda, me leva de casa e me traz também, se esta música me guia, se essa música me manda de volta pra meu quarto escuro e sem cores, se eu perdi o rosa, se minha vida eh além de um simples tchau, se eu dramatizo, e se eu sofro. Nunca ninguém mais me verá chorar, porque pra vocês só meu sorriso é realmente importante, só minha doce companhia, só minha graça. A vida é muito além de tudo isso, e eu quero muito mais que posso.
Eu queria saber o q está me levando a criar um blog, depois de uma tentativa decepcionante. Talvez a necessidade de escrever, ou melhor desabafar. Isso tende a ser mais um diário ridículo, cheio de palavras inúteis. Não estou afim de pensar em um template bunitinho e cor de rosa, se me animar talvez crie um, mas não agora. Bom esse é só um post de test.
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